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[nenhuma linha de raciocínio what so ever]

April 24, 2014 at 12:16pm
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Olá mundo, espero que esteja escutando, eu não quero a minha vida igual a tudo que eu vejo por aí  (em Manaíra)

Olá mundo, espero que esteja escutando, eu não quero a minha vida igual a tudo que eu vejo por aí (em Manaíra)

10:15am
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beijo, mãe  (em Pão de Açúcar)

beijo, mãe (em Pão de Açúcar)

5:26am
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bom dia (: (em Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho)

bom dia (: (em Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho)

April 23, 2014 at 10:54pm
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Moisés Cristo (em Manaíra)

Moisés Cristo (em Manaíra)

April 21, 2014 at 10:14pm
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tudo que eu não posso ser é tudo que você devia ser, por isso eu preciso de você aqui (em Manaíra)

tudo que eu não posso ser é tudo que você devia ser, por isso eu preciso de você aqui (em Manaíra)

April 20, 2014 at 11:11am
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top of the morning (em Avenida General Édson Ramalho)

top of the morning (em Avenida General Édson Ramalho)

11:07am
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Ele vive (em Igreja Evangélica Batista)

Ele vive (em Igreja Evangélica Batista)

12:25am
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Capitão América 2 (em Cinespaço)

Capitão América 2 (em Cinespaço)

12:22am
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Capitão América 2  (em Cinespaço)

Capitão América 2 (em Cinespaço)

April 19, 2014 at 8:31pm
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a gente não precisar de ajustes de comportamento e de moral, a gente precisa é nascer de novo <3 (em Mangai)

a gente não precisar de ajustes de comportamento e de moral, a gente precisa é nascer de novo <3 (em Mangai)

April 18, 2014 at 6:27pm
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1 João 4:21

Sabe o que eu quero? Mais. Mais vida, mais ar, mais lembranças psicodélicas que nunca vivi e não sei como vieram parar aqui. Mais adrenalina nas veias, tão natural de viver a vida lutando. Se não lutar, envelheço sem viver. O que pode ser pior do que viver cautelosamente, sem riscos, com tantas reservas? Não, eu não quero morrer sem cicatrizes. Que vida seria essa? Somos nossas escolhas, nossos erros. Somos quem escolhemos amar e quem escolhemos afastar. Sofremos do mesmo jeito, só decidimos esconder ou não.

Até onde vai minha paciência? Até quando é confiável a minha lucidez, se não posso com minhas próprias forças? Sozinho sou só mais um; outro ventilador recém desligado da tomada. Ainda faço algum vento, mas uma hora vou parar. E morrer. A cada dia se aproxima, a cada dia me entristeço, e ainda assim me alegro. Um sorriso confiante que mascara a solidão. Caixas fechadas num quarto em que guardo roupas em malas.

Eu nunca esqueci seu rosto, nunca traí sua fé, mesmo que nunca tenha existido. Tudo está tão morto. Eu, bem vivo, com medo de envelhecer sem ti ao meu lado. E olho para o céu de onde vem o meu socorro, mesmo sabendo que Ele está aqui perto de mim. E se algum dia viver uma fé em alguém distante, saberei que vivo num castelo de ilusões. Olha para mim, me diz que alguma coisinha faz sentido nessa vida que vivemos. Fala porque tanta gana em se desprender do nosso carne e osso e calor, pra se apaixonar por sombras na parede. Onde bate o coração, se não quando enxergo os jardins no quintal do Paraíso que vejo no teu olhar? Se não aqui dentro, quando não ha máscaras?

Jamais me deixe deslumbrar com a descoberta da nossa maldade, nem me deixa sonhar na ilusão de que tudo está bem; mas me cobre com o teu amor. É quando tu decide ficar enquanto todos se vão, e quando permanece acordado enquanto todos dormem, que eu decido continuar. Dessa força eu consigo viver comigo mesmo. Isso veio de Você.
Por isso tanta paixão e tanta carga dentro do peito. Porque decidi carregar ao invés de largar. Porque decidi que vale a pena. Mesmo sem sentir, acreditei que sim. Desprendo-me da minhas sensações, porque se seguro o que sinto, vou me decepcionar.

Por isso deixo, e quando deixo, não volto atrás. Às vezes deixamos pessoas atrás não porque não nos importamos, mas porque elas não se importam. Nossos demônios nos engoliriam se ninguém viesse nos salvar. Às vezes, não vem ninguém. Não me aflige saber que alguém está sofrendo. O que me mata é saber que sofre sozinho; cercado de gente ocupada demais com suas vidas. Tem dia que sinto falta das conversas dos meus pais, que diziam que na sua época as pessoas entravam no ônibus e diziam “olá”, sentavam e conversavam umas com as outras durante a viagem. Hoje, todo mundo calado no seu canto, com seus fones de ouvidos individuais nos ouvidos. Inclusive procuram assentos que não tenha gente do lado. Quanto mais afastado, melhor. Trocamos o real pela internet, a vida de verdade pela simulação. Construímos um mapa e o confundimos com o que ele mapeia. O virtual virou real, desaprendemos a viver.

Confio mais nos braços traiçoeiros da maré do fim da tarde do que nas palavras que saem dos lábios de quem mais amo. Minha esperança ainda é aqui, onde batem corações. Muitas vezes sozinhos, afastados, se enganando ou fugindo. Aqui onde jazem vivas almas e espíritos sedentos. Sede de vida. Consumidos de um medo da vida, porque muito se pede e pouco se dá. E é isso que você chama de vida? Esse e o seu tão chamado amor? Ah… Eu quero mais. Mais inocência, mais água pura em nossas cabeças. Tomar partido de todas as apostas. Sorrir ate quando perder, porque o mais valioso jamais vão nos tirar. Tu nunca vai morrer. Vive aqui. Anda aqui. Tem pegadas tuas sobre mim em todo lugar. Esboços da minha vida passada aqui nesse jardim. Não sabemos como será a pintura do dia de amanhã. Só se julga uma pintura depois que ela já está pronta.

Mas o tempo passou. E as pessoas são as mesmas. Só que a vida no Éden mudou. Vou la deixar minhas pegadas no mar. Quem sabe até deixo de andar. Já passou o tempo de andar, esse ar não é o bastante; prefiro até o risco de me afogar. Porque eu sei o que eu quero, e por esse sentimento eu vou pra guerra, eu me jogo ao mar. Apaixonar pela tua alma, até chegar aqui e não a trocar por nada menos que ela. Eu quero mais. Mais vida, e vida com abundância. Mais vida nessas almas mortas cobertas de moda, vazios por dentro. Tanta gente sem absolutamente nada pra dizer. Porque será que o ser humano é o único dentre as criaturas que simplesmente se recusa a ser o que é? Porque a gente tem sempre que tentar ser outra pessoa ou outra coisa? Ninguém ta satisfeito, nunca. Vivemos atrás do inalcançável. Até a bondade que não há em mim, veio de Você. Da noção romântica de amar quem anda no mesmo chão, deixa pegadas menores que eu. Chora longe de mim distâncias curtas que traçam eternidades. Fim de tardes onde peço de vez a presença da lua. Cada um de nós tem o seu próprio ritmo de sofrimento. Sofremos de acordo com a nossa felicidade. É que o sofrimento nunca vai embora.

Se a sua pele fosse terra, os homens ricos viriam cavar. Sabia disso? Enquanto procuram riquezas eu procuro paz. Enquanto buscam, desesperados, um álibi pra isso tudo, eu procuro por você. Eu procuro pelo paraíso, o que resta dele aqui nessa terra. Esconderam em ti, eu descobri. Tão fascinante quanto cada oposto dos teus olhos. Ainda bem que o amor não é justo. Ainda bem que o amor vence. Até quando queremos mais, precisamos de tempo. E vem e me cobres. Assim durmo bem, com promessas amorosas de que tudo vai ficar bem. Não importa onde estive, sempre estivestes aqui. Sim, envelheci. Mas estou aqui. Todavia, estou de pé. Tenho tantas coisas pra chorar, me minhas fraquezas pra mostrar. Como um filho que cai e se machuca, que corre pra mostrar pra mãe. Sempre estivestes aqui, nunca me deixou.

Envelheci. Desfiz tantos dias que tenho que contar. Hoje busco o inalcançável, busco teu amor completo como quem corre atrás de estrelas ou quem persegue um arco-íris. Tua benção é aqui nessa jornada. Abençoas intenções, e não decisões. E sempre, sempre esteve aqui. Acalmou meu ego, segurou meu orgulho quando ele quase me dominou. Abro meu coração e me derramo em lagrimas sem hipocrisias. Aqui, esse sou eu. Tu superou por mim o que eu ainda não superei, e se deixar esse caminho, volto a me guiar pelas marcas na minha pele. Antes me guie pela Tua presença de amor, ou pela tua ausência que deixou pegadas no meu coração. Firmemente isso agora é meu.

Às vezes não podemos ter mais. Nem sempre podemos ter o que queremos. Às vezes não é o melhor, ou simplesmente temos que nos conformar aqui. Essa busca pelo inalcançável que nos toma. É tão legítimo que me faz chorar. Minha alma se abate pela injustiça que só o amor apaga. É que o amor é fraco, e sua força depende da inocência. Falta inocência aqui. Falta confiança e ingenuidade. Cada parte de mim que é transitória e humana faz o mal, mas clama amor. E se houver um pedaço de amor que valha a pena abraçar nos meus tecido, uma pequena centelha de vontade de fazer o que é certo. Se houver um brilho de esperança nos corações que batem sem certeza do amanhã, então há esperança. Exista beleza nas minhas poesias que encontro escritas na pele da natureza, no jeito de como te acanhas e na forma como te sentas.

Haverá sorriso em mim. Haverá um motivo pra lutar e envelhecer pra renascer outra vez. Porque me foi mostrado o mal e eu escolhi ver o bem. Destampei meus ouvidos para o canto mal das sereias, mas dei ouvidos a outra música. Uma canção mais alta e mais fina que me conquistou. Assim é o meu amor. Começa aqui a minha paixão, esse fragrância que me livra do moral e me apresenta a essa realidade. Então não olho mais para o céu. O meu socorro está aqui. Cerca-me por todos os lados, anda por todos os cantos e passeia aqui dentro. Aquelas lembranças psicodélicas que não cabem na minha cabeça e me fazem cair, porque é tão grande, tão poderoso e tão lindo. Fostes meu alimento quando tenho fome, minha água quando tive sede. Um dia quero dizer que consegui.

E aqui caminho. Aqui vou. Não quero mais acordar desse sonho, e vivo nele. Nele tu existe, e anda comigo. Não vale a pena falar de amor se não estás aqui. Eu vivo o tempo todo a te buscar; e pensar em você. A guerra vem, mas eu só quero estar em paz. Inale, exale. Teu ar nos meus pulmões. Ainda que eu seja imortal, e que a vida não acabe aqui, tenho a profunda sensação de que o meu último suspiro será de alívio. Viver consome a gente. Vou prender minha respiração, só pra acordar logo depois. O que me consola é pensar que ainda estamos juntos aqui. Paz pro norte.

Josué Campelo | twitter.com/thecampelo [projetorosa.tumblr.com]

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6:09pm
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por livre e espontânea pressão  (em McDonald&#8217;s)

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April 16, 2014 at 11:54pm
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here we go (em Real Botequim)

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