latitude, longitude

o que escrevo   quem escreve   amor   audiovisual   "the Oscar goes to..."   horizonte distante   blue moon   aprecio   Cotillard   Chastain   

[nenhuma linha de raciocínio what so ever]

April 20, 2014 at 11:11am
0 notes
top of the morning (em Avenida General Édson Ramalho)

top of the morning (em Avenida General Édson Ramalho)

11:07am
0 notes
Ele vive (em Igreja Evangélica Batista)

Ele vive (em Igreja Evangélica Batista)

12:25am
0 notes
Capitão América 2 (em Cinespaço)

Capitão América 2 (em Cinespaço)

12:22am
0 notes
Capitão América 2  (em Cinespaço)

Capitão América 2 (em Cinespaço)

April 19, 2014 at 8:31pm
0 notes
a gente não precisar de ajustes de comportamento e de moral, a gente precisa é nascer de novo <3 (em Mangai)

a gente não precisar de ajustes de comportamento e de moral, a gente precisa é nascer de novo <3 (em Mangai)

April 18, 2014 at 6:27pm
0 notes

1 João 4:21

Sabe o que eu quero? Mais. Mais vida, mais ar, mais lembranças psicodélicas que nunca vivi e não sei como vieram parar aqui. Mais adrenalina nas veias, tão natural de viver a vida lutando. Se não lutar, envelheço sem viver. O que pode ser pior do que viver cautelosamente, sem riscos, com tantas reservas? Não, eu não quero morrer sem cicatrizes. Que vida seria essa? Somos nossas escolhas, nossos erros. Somos quem escolhemos amar e quem escolhemos afastar. Sofremos do mesmo jeito, só decidimos esconder ou não.

Até onde vai minha paciência? Até quando é confiável a minha lucidez, se não posso com minhas próprias forças? Sozinho sou só mais um; outro ventilador recém desligado da tomada. Ainda faço algum vento, mas uma hora vou parar. E morrer. A cada dia se aproxima, a cada dia me entristeço, e ainda assim me alegro. Um sorriso confiante que mascara a solidão. Caixas fechadas num quarto em que guardo roupas em malas.

Eu nunca esqueci seu rosto, nunca traí sua fé, mesmo que nunca tenha existido. Tudo está tão morto. Eu, bem vivo, com medo de envelhecer sem ti ao meu lado. E olho para o céu de onde vem o meu socorro, mesmo sabendo que Ele está aqui perto de mim. E se algum dia viver uma fé em alguém distante, saberei que vivo num castelo de ilusões. Olha para mim, me diz que alguma coisinha faz sentido nessa vida que vivemos. Fala porque tanta gana em se desprender do nosso carne e osso e calor, pra se apaixonar por sombras na parede. Onde bate o coração, se não quando enxergo os jardins no quintal do Paraíso que vejo no teu olhar? Se não aqui dentro, quando não ha máscaras?

Jamais me deixe deslumbrar com a descoberta da nossa maldade, nem me deixa sonhar na ilusão de que tudo está bem; mas me cobre com o teu amor. É quando tu decide ficar enquanto todos se vão, e quando permanece acordado enquanto todos dormem, que eu decido continuar. Dessa força eu consigo viver comigo mesmo. Isso veio de Você.
Por isso tanta paixão e tanta carga dentro do peito. Porque decidi carregar ao invés de largar. Porque decidi que vale a pena. Mesmo sem sentir, acreditei que sim. Desprendo-me da minhas sensações, porque se seguro o que sinto, vou me decepcionar.

Por isso deixo, e quando deixo, não volto atrás. Às vezes deixamos pessoas atrás não porque não nos importamos, mas porque elas não se importam. Nossos demônios nos engoliriam se ninguém viesse nos salvar. Às vezes, não vem ninguém. Não me aflige saber que alguém está sofrendo. O que me mata é saber que sofre sozinho; cercado de gente ocupada demais com suas vidas. Tem dia que sinto falta das conversas dos meus pais, que diziam que na sua época as pessoas entravam no ônibus e diziam “olá”, sentavam e conversavam umas com as outras durante a viagem. Hoje, todo mundo calado no seu canto, com seus fones de ouvidos individuais nos ouvidos. Inclusive procuram assentos que não tenha gente do lado. Quanto mais afastado, melhor. Trocamos o real pela internet, a vida de verdade pela simulação. Construímos um mapa e o confundimos com o que ele mapeia. O virtual virou real, desaprendemos a viver.

Confio mais nos braços traiçoeiros da maré do fim da tarde do que nas palavras que saem dos lábios de quem mais amo. Minha esperança ainda é aqui, onde batem corações. Muitas vezes sozinhos, afastados, se enganando ou fugindo. Aqui onde jazem vivas almas e espíritos sedentos. Sede de vida. Consumidos de um medo da vida, porque muito se pede e pouco se dá. E é isso que você chama de vida? Esse e o seu tão chamado amor? Ah… Eu quero mais. Mais inocência, mais água pura em nossas cabeças. Tomar partido de todas as apostas. Sorrir ate quando perder, porque o mais valioso jamais vão nos tirar. Tu nunca vai morrer. Vive aqui. Anda aqui. Tem pegadas tuas sobre mim em todo lugar. Esboços da minha vida passada aqui nesse jardim. Não sabemos como será a pintura do dia de amanhã. Só se julga uma pintura depois que ela já está pronta.

Mas o tempo passou. E as pessoas são as mesmas. Só que a vida no Éden mudou. Vou la deixar minhas pegadas no mar. Quem sabe até deixo de andar. Já passou o tempo de andar, esse ar não é o bastante; prefiro até o risco de me afogar. Porque eu sei o que eu quero, e por esse sentimento eu vou pra guerra, eu me jogo ao mar. Apaixonar pela tua alma, até chegar aqui e não a trocar por nada menos que ela. Eu quero mais. Mais vida, e vida com abundância. Mais vida nessas almas mortas cobertas de moda, vazios por dentro. Tanta gente sem absolutamente nada pra dizer. Porque será que o ser humano é o único dentre as criaturas que simplesmente se recusa a ser o que é? Porque a gente tem sempre que tentar ser outra pessoa ou outra coisa? Ninguém ta satisfeito, nunca. Vivemos atrás do inalcançável. Até a bondade que não há em mim, veio de Você. Da noção romântica de amar quem anda no mesmo chão, deixa pegadas menores que eu. Chora longe de mim distâncias curtas que traçam eternidades. Fim de tardes onde peço de vez a presença da lua. Cada um de nós tem o seu próprio ritmo de sofrimento. Sofremos de acordo com a nossa felicidade. É que o sofrimento nunca vai embora.

Se a sua pele fosse terra, os homens ricos viriam cavar. Sabia disso? Enquanto procuram riquezas eu procuro paz. Enquanto buscam, desesperados, um álibi pra isso tudo, eu procuro por você. Eu procuro pelo paraíso, o que resta dele aqui nessa terra. Esconderam em ti, eu descobri. Tão fascinante quanto cada oposto dos teus olhos. Ainda bem que o amor não é justo. Ainda bem que o amor vence. Até quando queremos mais, precisamos de tempo. E vem e me cobres. Assim durmo bem, com promessas amorosas de que tudo vai ficar bem. Não importa onde estive, sempre estivestes aqui. Sim, envelheci. Mas estou aqui. Todavia, estou de pé. Tenho tantas coisas pra chorar, me minhas fraquezas pra mostrar. Como um filho que cai e se machuca, que corre pra mostrar pra mãe. Sempre estivestes aqui, nunca me deixou.

Envelheci. Desfiz tantos dias que tenho que contar. Hoje busco o inalcançável, busco teu amor completo como quem corre atrás de estrelas ou quem persegue um arco-íris. Tua benção é aqui nessa jornada. Abençoas intenções, e não decisões. E sempre, sempre esteve aqui. Acalmou meu ego, segurou meu orgulho quando ele quase me dominou. Abro meu coração e me derramo em lagrimas sem hipocrisias. Aqui, esse sou eu. Tu superou por mim o que eu ainda não superei, e se deixar esse caminho, volto a me guiar pelas marcas na minha pele. Antes me guie pela Tua presença de amor, ou pela tua ausência que deixou pegadas no meu coração. Firmemente isso agora é meu.

Às vezes não podemos ter mais. Nem sempre podemos ter o que queremos. Às vezes não é o melhor, ou simplesmente temos que nos conformar aqui. Essa busca pelo inalcançável que nos toma. É tão legítimo que me faz chorar. Minha alma se abate pela injustiça que só o amor apaga. É que o amor é fraco, e sua força depende da inocência. Falta inocência aqui. Falta confiança e ingenuidade. Cada parte de mim que é transitória e humana faz o mal, mas clama amor. E se houver um pedaço de amor que valha a pena abraçar nos meus tecido, uma pequena centelha de vontade de fazer o que é certo. Se houver um brilho de esperança nos corações que batem sem certeza do amanhã, então há esperança. Exista beleza nas minhas poesias que encontro escritas na pele da natureza, no jeito de como te acanhas e na forma como te sentas.

Haverá sorriso em mim. Haverá um motivo pra lutar e envelhecer pra renascer outra vez. Porque me foi mostrado o mal e eu escolhi ver o bem. Destampei meus ouvidos para o canto mal das sereias, mas dei ouvidos a outra música. Uma canção mais alta e mais fina que me conquistou. Assim é o meu amor. Começa aqui a minha paixão, esse fragrância que me livra do moral e me apresenta a essa realidade. Então não olho mais para o céu. O meu socorro está aqui. Cerca-me por todos os lados, anda por todos os cantos e passeia aqui dentro. Aquelas lembranças psicodélicas que não cabem na minha cabeça e me fazem cair, porque é tão grande, tão poderoso e tão lindo. Fostes meu alimento quando tenho fome, minha água quando tive sede. Um dia quero dizer que consegui.

E aqui caminho. Aqui vou. Não quero mais acordar desse sonho, e vivo nele. Nele tu existe, e anda comigo. Não vale a pena falar de amor se não estás aqui. Eu vivo o tempo todo a te buscar; e pensar em você. A guerra vem, mas eu só quero estar em paz. Inale, exale. Teu ar nos meus pulmões. Ainda que eu seja imortal, e que a vida não acabe aqui, tenho a profunda sensação de que o meu último suspiro será de alívio. Viver consome a gente. Vou prender minha respiração, só pra acordar logo depois. O que me consola é pensar que ainda estamos juntos aqui. Paz pro norte.

Josué Campelo | twitter.com/thecampelo [projetorosa.tumblr.com]

image

6:09pm
112 notes
Reblogged from tears-after-smile

(via tears-after-smile)

3:43pm
0 notes
por livre e espontânea pressão  (em McDonald&#8217;s)

por livre e espontânea pressão (em McDonald’s)

1:20am
0 notes

April 16, 2014 at 11:54pm
0 notes
here we go (em Real Botequim)

here we go (em Real Botequim)

April 15, 2014 at 9:40pm
0 notes
vamo la rever o &#8220;Noé&#8221; de Aronofsky (: (em Cinespaço)

vamo la rever o “Noé” de Aronofsky (: (em Cinespaço)

April 13, 2014 at 12:39am
3 notes

Eu era paz

A tarde trouxe hoje o fim da minha amizade com a lua. As estrelas hoje cantaram seu adeus pra mim. Só as verei de vez em quando. Ficou tão escuro, que as nuvens espaças deixaram brilhar mais forte os pontos no céu. E foi lindo. Acordei de um pesadelo cantando aleluias, sentindo a canção da natureza nos meus ouvidos. Uma valsa entre eu e ela. E da natureza, aprendi: tudo pode recomeçar. E era tão frio, e agora tão quente. E as pedras no meio do caminho deixaram marcas em meus pés que eu não quero que vão embora. Fiquem! Aprendi a amar vocês!

Só é feliz quem um dia já foi triste. E sem as trevas, não há sentido na luz. Hoje durmo pra morrer e renascer no outro dia. Nascer de novo. Tudo vai ser tão novo, e os que ficaram me sorriem de longe pra abraçar outra vez num outro dia.

Davi cantava e dançava depois de suas vitórias. Hoje eu canto e danço; olho pra cima vendo as estrelas se movendo. Sou eu que me movo, elas estão lá paradas. Minha Terra que gira, meu planeta que me leva junto. Obrigado por me mostrar o quanto sou pequeno. Obrigado por me fazer acreditar em contos de fadas e ter fé numa humanidade que busca outros caminhos. Obrigado por me lembrar que o solo que piso é santo, e que devo me descalçar.

Parece tão bobo, mas tinha esquecido. Só saberei entender quando me perder duas vezes e desatar dois nós. Tão grato estou; tão bobo com isso tudo. Nada mais importa. Sinto o vento e me alegro com ele. Meu coração envolto em bandagens secretas sorri outra vez. Ele canta aleluia e eu também, canta odo o meu ser. Porque minha alegria ainda é Nele. Porque são os mesmos. O que respiro. O que me abraça e o que deixo passar. 

Minhas paixões que mais machucam moram entre minha pele e a minha alma. Mas Tu habitas em todo lugar, Te amo porque me amas. Sim, Te amo. Do meu jeito, mas sem reservas. Assim; falho, imperfeito e injusto. Mas quando corro pra Ti, todas as vezes, o teu sorriso é tão grande! Hoje eu consigo ver. E sentir. Quero Te ter sem Te segurar. Quero me apaixonar ainda mais e parar de andar. Não se anda, quando se pode voar. O copo que estava cheio pela metade, hoje transborda e invade tudo ao redor.

Eu não chamei amigos, eu não saí pra comemorar. Eu comemorei sozinho. Eu chorei sozinho. Isso é alegria. Isso é felicidade. O fim dessa estrada. É íntima. Aponta uma direção sem precisar de placas ou sinais. Agora eu sei. Não existe lugar melhor do que aqui, agora. Aonde estiver. Perdoa essa falta de inspiração e uma simplicidade tão seca. Mas é de coração. É pura e embebida do meu amor. Se sei melhor ou não, é tão bom escrever, como falar.

Eu descobri que a Tua humanidade incomoda muita gente. Os filósofos gregos se espantaram quando Paulo lhes disse que Deus se tornou humano, que Ele morreu e ainda voltou pro corpo humano. Tem cristão que não admite um Deus humano. Tem cristão que quer, inclusive, ser divino. Acham que pecado e humanidade são a mesma coisa, mas são antíteses. Tem gente com essa mentalidade diabólica que pra estar contigo tem que ter tudo resolvido ou tudo certo. Tem gente que acha que o filho pródigo voltou pra casa do Pai limpo, ou que o Pai mandou ele se limpar pra poder abraçá-lo.

Gente que claramente nunca foi pai. Ou melhor, que nunca foi mãe. Gente que acha que não volta pra casa todo santo dia. Gente iludida. Iludida ao Teu respeito e a respeito delas mesmas. Gente que não sabe que dentro delas mora um filho pródigo, e que é irrevogável o Teu papel de Pai.

Por isso é tão grande o teu amor e as pessoas não entendem. E se for verdade o que dizem, que Tu não existe? Eu me pergunto, do que importa? O que é mais real do que me sentir assim, tão quebrado como estou, tão dolorido de como a vida a me quebra e teu Amor me molda. Ainda assim, respiro um ar puro agora. E eu sei que isso veio de Você. E eu sei que nada me separa do Teu amor. E nada é muita coisa.

Tem gente que se incomoda quando digo que Te amo. Quando digo que Te quero perto e canto músicas que “não parecem louvor” ou “serem pra Ti”. Que noção de Ti essas pessoas tem?, eu me pergunto. Tu és a explicação pra toda a poesia. Tu és o filtro das coisas mais românticas que deram forma ao meu corpo, que deu sopro aos meus pulmões. Tu és o dono dessas mãos que moldaram o cosmos da minha alma. E eu? Eu sou aquele que, assim como Davi, perguntei há tanto tempo até quando Tu ias se esquecer de mim. Eu fui aquele que não vi Tu de mãos dadas comigo nesse temporal. E não é minha culpa. E não me sinto mal. Eu to feliz, porque Tu estás aqui. E, se estás aqui, vale a pena falar de amor. E, se não estás aqui, não posso contar meus contos românticos.

Foram nossas escolhas e o nosso caos. Meu livre arbítrio. Tudo é efêmero, belo e monstruoso. Esse mundo não faz sentido, nem as coisas que acontecem aqui. Mas Tu faz. Tu é a única coisa que faz sentido, e eu vivo pra amar. Minha família, uma mulher. E tu é o filtro disso tudo. Se não Te amo, meu amor por eles é doente. Se não te amo minha humanidade se empoeira. Tu me faz ser mais humano. Mais eu. E eu tenho o melhor dos motivos pra Te amar e querer viver. Que bom que eu sou um bom motivo pra Ti. Que bom que comemorei sozinho, bati palmas silenciosas na calçada da rua. Ninguém precisa me ver. Eu não preciso gritar pra ninguém.

Dos Teus lábios de Mãe Poeta soam uma música melhor do que o da morte transvestida. Canta pra mim as canções que esqueci. Tua voz é mais bonita e o teu ritmo mais amoroso. Não me amarro pra não errar, não me frusto quando pecar. Porque o teu evangelho não me prende. O teu amor não me segura. A Tua voz e os Teus caminhos são uma música melhor do que os sons que me afastam do Amor.

Ensina-me a voltar. Resgata em mim aquele antigo sentimento. Afoga o meu ser e me emerge de novo. Que eu diminua, e Tu cresça. Que a terra trema e eu fique de pé. Que mil e dez mil tombem ao meu lado: Eu quero ficar de pé. Porque eu acredito. Tenho fé e essa força, não preciso de provas. Não existem tronos hoje. Só manjedouras e peças de madeira feitas pela Tua mão. Não há templos e nem autoridades. Existem anjos, que não são tão diferentes de mim. Eles cantam e me rodeiam. Falam de ti, mas não me guiam. Só tu move a minha alma. Só Você aquece o meu coração. Eu. Coroa da criação. Acima dos anjos e dos animais, da Terra e do Sol. Menina dos Teus olhos, amor da Tua vida.

Hoje eu canto e danço. Hoje eu escrevo sem compromisso, mas com todo o coração. Lutou por mim, e a vitória é nossa. O Norte está em paz. À tarde, os inimigos do Sul caíram aos nossos pés. Se Deus é por mim, ninguém será contra mim. E ninguém é muita gente.

Lembrem aos que caíram que não estou aqui por medo ou por culpa. Estou aqui porque eu quero. Estou aqui por amor. Aleluia! Beijos e glórias aos quatro cantos da Terra – e fora dela. Paz pro norte, e boa viagem pro sul. Lembre-se que jamais será tarde demais; que o hoje e o agora só são tão maravilhosos porque existirão outros amanhã. Viver com consequência é tudo. Afinal, amanhã – mañana, morgen, tomorrow – será um novo dia. 

Amém.

Josué Campelo | twitter.com/thecampelo [projetorosa.tumblr.com]

image

April 11, 2014 at 1:39pm
529 notes
Reblogged from precious-lives-senseless-deaths

(Source: precious-lives-senseless-deaths, via lovingandeating)

April 10, 2014 at 6:57am
2 notes

5:53am
0 notes
a degradação do ser humano

a degradação do ser humano